UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO

Colegiado do Curso de Administração


Proposta de Elaboração de Projeto Pedagógico e Reformulação Curricular do

Curso de Bacharelado em Administração


Termos de Referência

(Minuta - versão de 17/3/2006 – 1a. versão: abril de 2003)

Versão em formato .pdf

Paulo de Arruda Penteado Filho

Prof. Adjunto, Escola de Administração
Universidade Federal da Bahia


"o Projeto Pedagógico da Graduação deve estar sintonizado com uma nova visão de mundo, expressa nesse novo paradigma de sociedade e de educação, garantindo a formação global e crítica para os envolvidos no processo, como forma de capacitá-los para o exercício da cidadania, bem como sendo sujeitos de transformação da realidade, com respostas para os grandes problemas contemporâneos. Assim, o Projeto Pedagógico, como instrumento de ação política, deve propiciar condições para que o cidadão, ao desenvolver suas atividades acadêmicas e profissionais, paute-se na competência e na habilidade, na democracia, na cooperação, tendo a perspectiva da educação/formação em contínuo processo como estratégia essencial para o desempenho de suas atividades." (Do pessimismo da razão para o otimismo da vontade: Referências para a construção dos projetos pedagógicos nas IES brasileiras, ForGRAD 1999b)


SUMÁRIO:

  1. Introdução

  2. Metodologia

  3. Elementos do projeto do curso

  4. Fontes de informação

  5. Atividades e cronograma

  6. Levantamento bibliográfico

  7. Anexos



Introdução


Condições atuais

Esta proposta de elaboração de um Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Administração insere-se em um conjunto de atividades desenvolvidas na Escola de Administração da UFBA.

A Escola de Administração conta com excelentes instalações, laboratório de informática,  com vídeo show e acesso à Internet, salas de aula climatizadas, equipadas com retro-projetores  e equipamento de vídeo. Dispõe, também, de amplo estacionamento, telefones públicos, cantina, copiadoras e caixa eletrônico do Banco do Brasil.

A Biblioteca, climatizada, dispõe de acervo atualizado, incluindo diversos periódicos nacionais e internacionais. Ao acervo da Biblioteca, soma-se o do Centro de Documentação e Referência em Gestão Social, com livros, principais periódicos das áreas envolvidas, sistemas informatizados de busca de periódicos, banco de dissertações e teses, casos para ensino, documentos, projetos e relatórios de pesquisa.

Além disso, usuários dos microcomputadores da UFBA ou com acesso discado ou a cabo do servidor UFBA têm acesso gratuito pela Internet, através do portal de periódicos da CAPES, a inúmeras bases comerciais de dados bibliográficos, nacionais e internacionais, assim como ao texto completo de artigos publicados em muitos desses periódicos.

Os cursos de graduação se beneficiam da intensa atividade de extensão, pesquisa e ensino de pós-graduação, seja pela constante atualização de seus professores, seja pela possibilidade de participar, com bolsa de iniciação científica, de atividades de pesquisa ou, como estagiário, de atividades de extensão. A Escola promove inúmeros eventos, inclusive com a participação de especialistas de outros Estados e do exterior. Tem diversos convênios nacionais e internacionais e recebe, freqüentemente, a visita de professores de renome nacional e internacional. Muitos de seus professores viajam para o exterior para atualização, qualificação e intercâmbio.

A Empresa Junior Adm-UFBA propicia oportunidade de prestar serviços de consultoria, com orientação de professores da Escola. A AIESEC Salvador (Associação Internacional de Estudantes de Administração, Economia e Contabilidade), sediada na Escola, possibilita intercâmbios internacionais para estudantes. E o DA-ADM (Diretório Acadêmico do Curso de Administração), que representa os estudantes de Administração da UFBA, tem atuado junto ao colegiado, congregação e departamentos, buscando melhorar a qualidade e as condições de ensino do curso.

No entanto, apesar dos inúmeros fatores positivos, o curso de bacharelado em administração apresenta problemas de certa gravidade – em termos de organização, superposições e lacunas – e carece de uma reformulação mais profunda de sua estrutura curricular.

Objetivos


O objetivo principal do Projeto Pedagógico é maximizar as condições e a qualidade de ensino de graduação na Escola de Administração, através de um projeto pedagógico que responda aos atuais desafios da sociedade brasileira e propicie um ensino de excelência em nível nacional.

A implantação de um Projeto Pedagógico no âmbito da Escola de Administração, deve possibilitar, também, uma oportunidade de incrementar a integração entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão1, bem como articular o ensino de graduação e de pós-graduação, stricto e lato sensu.

Metodologia

Para a definição das características básicas do curso serão realizados dois seminários com a participação dos membros do Colegiado do Curso de Bacharelado em Administração, Chefes de Departamento e demais docentes interessados, estudantes e funcionários, bem como três seminários com representantes da Comunidade (pais de alunos, representantes de órgãos governamentais, organizações da sociedade civil e empresas). Os seminários devem contar com a assessoria e participação de docentes convidados da Faculdade de Educação e de outros cursos da UFBA que tenham implantado currículos inovadores.


O sucesso do processo depende do conhecimento, mobilização, participação e concordância de todos os envolvidos. Este é um requisito fundamental, pois a efetiva implantação da reforma curricular demanda a compreensão e concordância dos envolvidos, direta e indiretamente, nas atividades de ensino.

Será disponibilizado, como material de apoio para os seminários, o resultado de levantamentos já realizados de bibliografia sobre cursos de administração, base legal, regulamentação interna e experiências de outras IES públicas e privadas.


Com base nesse material, a definição final do curso será feita, a partir dos resultados dos seminários acima mencionados, resultados esses que serão retrabalhados do ponto de vista didático-pedagógico por uma comissão de reestruturação curricular.

Etapas

Para a elaboração ou revisão do projeto pedagógico, as seguintes etapas se fazem necessárias (Andrade, 2003, p. 25-72):

  1. Historicidade do curso e da instituição

  2. A realidade atual do curso, do mercado e da sociedade: diagnóstico estratégico

  3. Sensibilização e negociação com a comunidade

  4. Definição do perfil do formando baseado em competências

  5. Objetivos gerais e específicos

  6. Conteúdos curriculares

  7. Organização curricular

    1. Linhas de formação

    2. Atividades acadêmicas curriculares complementares

  8. Práticas pedagógicas e métodos de ensino-aprendizagem

  9. Estágio supervisionado

  10. Monografia, projeto ou trabalho de conclusão de curso

  11. Sistema de avaliação do aproveitamento escolar

  12. Interface do curso de graduação com a pós-graduação

  13. Infra-estrutura física e tecnológica de materiais e recursos humanos

  14. Implementação, acompanhamento e avaliação


Projeto do Curso

O projeto pedagógico e a organização curricular do curso devem ser coerentes com:


O projeto pedagógico deve levar em conta, ainda, os critérios e instrumentos estabelecidos para sua avaliação pelo SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior, utilizados para o reconhecimento e renovação do reconhecimento de cursos de graduação:

É importante, ainda, levar em consideração os dois Relatórios de Avaliação das comissões de Avaliação das Condições de Oferta, do MEC, relativos ao curso de Administração da Escola de Administração.


As Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Administração, Bacharelado9 estabelecem que o Projeto Pedagógico10 do curso deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos estruturais:

I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social;

II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso;

III - cargas horárias das atividades didáticas e da integralização 

do curso;

IV - formas de realização da interdisciplinaridade;

V - modos de integração entre teoria e prática;

VI - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem;

VII - modos de integração entre graduação e pós-graduação, quando houver;

VIII - cursos de pós-graduação lato sensu, nas modalidades especialização integrada e/ou subseqüente à graduação, de acordo com o surgimento das diferentes manifestações teórico-práticas e tecnológicas aplicadas às Ciências da Administração, e de aperfeiçoamento, de acordo com as efetivas demandas do desempenho profissional;

IX - incentivo à pesquisa, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica;

X - concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado, suas diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento;

XI - concepção e composição das atividades complementares; e

XII - inclusão opcional de trabalho de conclusão de curso sob as modalidades monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades centrados em área teórico-prática ou de formação profissional, na forma como estabelecer o regulamento próprio.


Estabelecem ainda, as DCN, que o perfil desejado do formando11 deve incluir:

capacitação e aptidão para compreender as questões científicas, técnicas, sociais e econômicas da produção e de seu gerenciamento, observados níveis graduais do processo de tomada de decisão, bem como para desenvolver gerenciamento qualitativo e adequado, revelando a assimilação de novas informações e apresentando flexibilidade intelectual e adaptabilidade contextualizada no trato de situações diversas, presentes ou emergentes, nos vários segmentos do campo de atuação do administrador

Quanto às competências e habilidades mínimas12, as DCN determinam que o curso deve formar profissionais capazes de:


I - reconhecer e definir problemas, equacionar soluções, pensar estrategicamente, introduzir modificações no processo produtivo, atuar preventivamente, transferir e generalizar conhecimentos e exercer, em diferentes graus de complexidade, o processo da tomada de decisão;

II - desenvolver expressão e comunicação compatíveis com o exercício profissional, inclusive nos processos de negociação e nas comunicações interpessoais ou intergrupais;

III - refletir e atuar criticamente sobre a esfera da produção, compreendendo sua posição e função na estrutura produtiva sob seu controle e gerenciamento;

IV - desenvolver raciocínio lógico, crítico e analítico para operar com valores e formulações matemáticas presentes nas relações formais e causais entre fenômenos produtivos, administrativos e de controle, bem assim expressando-se de modo crítico e criativo diante dos diferentes contextos organizacionais e sociais;

V - ter iniciativa, criatividade, determinação, vontade política e administrativa, vontade de aprender, abertura às mudanças e consciência da qualidade e das implicações éticas do seu exercício profissional;

VI - desenvolver capacidade de transferir conhecimentos da vida e da experiência cotidianas para o ambiente de trabalho e do seu campo de atuação profissional, em diferentes modelos organizacionais, revelanbdo-se profissional adaptável;

VII - desenvolver capacidade para elaborar, implementar e consolidar projetos em organizações; e

VIII - desenvolver capacidade para realizar consultoria em gestão e administração, pareceres e perícias administrativas, gerenciais, organizacionais, estratégicos e operacionais


Segundo as DCN, os conteúdos básicos13 devem contemplar os seguintes campos de formação:


I - Conteúdos de Formação Básica: relacionados com estudos antropológicos, sociológicos, filosóficos, psicológicos, ético-profissionais, políticos, comportamentais, econômicos e contábeis, bem como os relacionados com as tecnologias da comunicação e da informação e das ciências jurídicas;

II - Conteúdos de Formação Profissional: relacionados com as áreas específicas, envolvendo teorias da administração e das organizações e a administração de recursos humanos, mercado e marketing, materiais, produção e logística, financeira e orçamentária, sistemas de informações, planejamento estratégico e serviços;

III - Conteúdos de Estudos Quantitativos e suas Tecnologias: abrangendo pesquisa operacional, teoria dos jogos, modelos matemáticos e estatísticos e aplicação de tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos inerentes à administração; e

IV - Conteúdos de Formação Complementar: estudos opcionais de caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando.

Além disso, as DCN definem alguns componentes curriculares opcionais:

  1. Estágio Curricular Supervisionado14

componente curricular direcionado à consolidação dos desempenhos profissionais desejados inerentes ao perfil do formando
  1. Atividades Complementares

componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.
  1. Trabalho de Conclusão de Curso - TCC

componente curricular opcional da instituição que, se o adotar, poderá ser desenvolvido nas modalidades de monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades centrados em áreas teórico-práticas e de formação profissional relacionadas com o curso, na forma disposta em regulamento próprio.

Conforme a Política de Reeestruturação dos Currículos dos Cursos de Graduação da UFBA, o Projeto Pedagógico do curso deverá se pautar também pelos “quatro princípios básicos que devem fundamentar as mudanças na estrutura curricular atual dos cursos de graduação das universidades brasileiras: flexibilidade15, autonomia, articulação e atualização” (Universidade Federal da Bahia, 2000, p. 10-11), amparados pela atual legislação educacional brasileira.

O Ordenamento Administrativo dos Processos Acadêmicos de Criação, Reestruturação e Alteração dos Cursos de Graduação da UFBA (Resolução UFBA/CEG n. 05/2003) estabelece que o Projeto Pedagógico do curso deve conter:

O Projeto Pedagógico deve contemplar também os aspectos que constam da Avaliação dos Cursos de Graduação (BRASIL. INEP/MEC 2002 e BRASIL. INEP. CONAES 2006), atualmente utilizadas para o reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos de graduação pelo CNE – Nacional de Educação, juntamente com os demais instrumentos do SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Auto-Avaliação, ENADE, – prova e questionário –, Censo da Educação Superior, Cadastro de Instituições da Educação Superior). Esses critérios constam das tabelas resumo abaixo apresentadas.


Dimensão 1 – Organização Didático-Pedagógica

Categorias

de análise

Indicadores

Aspectos a serem avaliados

1.1 Administração acadêmica

1.1.1 Coordenação do curso

  1. Atuação do coordenador do curso16

  2. Participação efetiva da coordenação do curso em órgãos colegiados acadêmicos da IES

  3. Participação do coordenador e dos docentes em colegiado de curso ou equivalente

  4. Existência de apoio didático-pedagógico ou equivalente aos docentes

  5. Titulação do coordenador do curso

  6. Regime de trabalho do coordenador do curso

  7. Experiência profissional acadêmica do coordenador do curso

  8. Experiência profissional não acadêmica e administrativa do coordenador do curso

  9. Efetiva dedicação do coordenador à administração e à condução do curso


1.1.2 Organização acadêmico - administrativa

  1. Organização do controle acadêmico

  2. Pessoal técnico e administrativo


1.1.3 Atenção aos discentes

  1. Apoio à participação em eventos

  2. Apoio pedagógico ao discente

  3. Acompanhamento psicopedagógico

  4. Mecanismos de nivelamento

  5. Acompanhamento de egressos

  6. Existência de meios de divulgação de trabalhos e produções dos alunos

  7. Bolsas de estudo

  8. Bolsas de trabalho ou de administração

1.2 Projeto do curso

1.2.1 Concepção do curso

  1. Objetivos do curso

  2. Perfil do egresso


1.2.2 Currículo

  1. Coerência do currículo com os objetivos do curso

  2. Coerência do currículo com o perfil desejado do egresso

  3. Coerência do currículo em face das diretrizes curriculares nacionais

  4. Adequação da metodologia de ensino à concepção do curso

  5. Inter-relação das disciplinas na concepção e execução do currículo

  6. Dimensionamento da carga horária das disciplinas

  7. Adequação e atualização das ementas e programas das disciplinas

  8. Adequação, atualização e relevância da bibliografia


1.2.3 Sistema de avaliação

  1. Coerência do sistema de avaliação do processo ensino-aprendizagem com a concepção do curso

  2. Procedimentos de avaliação do processo de ensino-aprendizagem

  3. Existência de um sistema de auto-avaliação do curso

1.3 Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação

1.3.1 Participação dos discentes nas atividades acadêmicas

  1. Participação dos alunos em programas/projetos/ atividades de iniciação científica ou em práticas de investigação

  2. Participação dos alunos em atividades de extensão
  3. Participação dos alunos em atividades articuladas com o setor produtivo ou de serviços ou em atividades voluntárias fora da IES

  4. Existência de bolsas acadêmicas


1.3.2 Estágio supervisionado

  1. Existência de mecanismos efetivos de acompanhamento e de cumprimento do estágio

  2. Relatórios de atividades realizadas durante o estágio supervisionado

  3. Relação aluno/professor na orientação de estágio

  4. Participação em atividades reais de Administração

  5. Participação em atividades reais conveniadas


1.3.3 Trabalho de conclusão de curso

  1. Existência de mecanismos efetivos de acompanhamento e de cumprimento do trabalho de conclusão de curso

  2. Relação aluno/professor na orientação do trabalho de conclusão de curso



Dimensão 2 – Corpo Docente

Categorias

de análise

Indicadores

Aspectos a serem avaliados

2.1 Formação acadêmica e profissional

2.1.1 Titulação

  1. Docentes com especialização na área

  2. Docentes com especialização em outras áreas

  3. Docentes com mestrado na área

  4. Docentes com mestrado em outras áreas

  5. Docentes com doutorado na área

  6. Docentes com doutorado em outras áreas

2.1.2 Experiência profissional

  1. Tempo de magistério superior

  2. Tempo de magistério no ensino médio

  3. Tempo de exercício profissional fora do magistério

2.1.3 Adequação da formação

  1. Docentes com formação adequada às disciplinas que ministram

  2. Docentes com formação/capacitação/experiência pedagógica

2. 2 Condições de trabalho

2.2.1 Regime de trabalho

  1. Docentes em tempo integral

  2. Docentes em tempo parcial

  3. Docentes horistas

2.2.2 Plano de carreira

  1. Ações de capacitação

  2. Critérios de admissão e de progressão na carreira

  3. Existência de um sistema permanente de avaliação dos docentes

2.2.3 Estímulos (ou incentivos) profissionais

  1. Apoio à produção científica, técnica, pedagógica e cultural

  2. Apoio à participação em eventos

  3. Incentivo à formação/atualização pedagógica dos docentes

2.2.4 Dedicação ao curso

  1. Carga horária semanal do professor no ensino de graduação e em atividades complementares a este ensino

  2. Tempo de exercício de docência no curso

2.2.5 Relação alunos / docente

  1. Número médio de alunos por docente em disciplinas do curso

  2. Número médio de alunos por turma em disciplinas (ou atividades) práticas

2.2.6 Relação disciplinas/docente

  1. Número médio de disciplinas por docente

  2. Proximidade temática das disciplinas lecionadas pelo docente

2.3 Atuação e desempenho acadêmico e profissional

2.3.1 Publicações

  1. Artigos publicados em periódicos científicos

  2. Livros ou capítulos de livros publicados

  3. Trabalhos publicados em anais (completos ou resumos)

  4. Traduções de livros, capítulos de livros ou artigos publicados

2.3.2 Produções intelectuais, técnicas, pedagógicas, artísticas e culturais

  1. Propriedade intelectual depositada ou registrada

  2. Projetos e/ou produções técnicas, artísticas e culturais

  3. Produção didático-pedagógica relevante, publicada ou não

2.3.3 Atividades relacionadas ao ensino de graduação

  1. Docentes com orientação didática de alunos

  2. Docentes com orientação de estágio super­visionado ou de trabalho de conclusão de curso

  3. Docentes com orientação de bolsistas de iniciação científica, de monitoria, de atividades de extensão ou de outros tipos de bolsas ou atividades discentes

2.3.4 Atuação nas atividades acadêmicas

  1. Atuação dos docentes em sala de aula

  2. Docentes com atuação na pós-graduação (para universidades e centros universitários)

  3. Docentes com atuação na pesquisa ou em outras atividades de produção do conhecimento

  4. Docentes com atuação em atividades de extensão


Dimensão 3 – Instalações

Categorias

de análise

Indicadores

Aspectos a serem avaliados

3.1 Instalações gerais

3.1.1 Espaço físico

  1. Salas de aula

  2. Instalações administrativas

  3. Instalações para docentes – salas de professores, salas de reuniões e gabinetes de trabalho

  4. Instalações para coordenação do curso

  5. Auditório/sala de conferência

  6. Instalações sanitárias - adequação e limpeza

  7. Condições de acesso para portadores de necessidades especiais

  8. Infra-estrutura de segurança

  9. Plano de expansão física, quando necessário

3.1.2 Equipamentos
  1. Acesso a equipamentos de informática pelos docentes

  2. Acesso a equipamentos de informática pelos alunos

  3. Recursos audiovisuais e multimídia

  4. Existência de rede de comunicação científica

3.1.3 Serviços
  1. Manutenção e conservação das instalações físicas

  2. Manutenção e conservação dos equipamentos

3.2 Biblioteca

3.2.1 Espaço físico

  1. Instalações para o acervo

  2. Instalações para estudos individuais

  3. Instalações para estudos em grupos

3.2.2 Acervo

  1. Livros

  2. Periódicos

  3. Informatização

  4. Base de dados

  5. Multimídia

  6. Jornais e revistas

  7. Política de aquisição, expansão e atualização

3.2.3 Serviços

  1. Horário de funcionamento

  2. Serviço de acesso ao acervo

  3. Pessoal técnico e administrativo

  4. Apoio na elaboração de trabalhos acadêmicos

3.3 Instalações e laboratórios específicos

3.3.1 Laboratório de informática

  1. Espaço físico

  2. Equipamentos

  3. Serviços

3.3.2 Empresa Júnior ou equivalente

  1. Espaço físico
  2. Equipamentos

  3. Serviços


Deve-se considerar, também, criticamente, as diretrizes estabelecidas para a elaboração do ENADE – Exame Nacional de Avaliação do Desempenho Docente na área de Administração. É fundamental que a coordenação do curso e a PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduação tenham uma postura proativa junto à Comissão Assessora da Área de Administração no sentido de que os critérios para a elaboração das provas do ENADE não contenham vieses que se choquem com as DCN ou que restrinjam indevidamente a concepção do curso de Administração da Escola.

Como exemplo, podemos citar a vocação histórica da Escola de Administração da UFBA de forte conteúdo na área de administração pública, o que não se verifica na maioria dos demais cursos de administração do país, mas é uma opção válida em termos acadêmicos e de atendimento às demandas da sociedade.

Apesar dessas ressalvas, os resultados das avaliações e do questionário do antigo ENC – Exame Nacional de Cursos, precursor do ENADE, são uma importante fonte de dados para a avaliação do curso e sua reformulação, desde que criticamente analisados.

No intuito de sintetizar o conjunto das inter-relações externas e internas do projeto pedagógico dos cursos de graduação são apresentados, abaixo, dois fluxogramas ilustrativos dessas inter-relações.

Inter-Relações Externas do Projeto Pedagógico

Além de considerar as inter-relações externas do projeto pedagógico é fundamental manter a sua coerência interna e externa, levando em conta as variáveis do fuxograma abaixo. Em particular, do ponto de visto externo ao curso, o Projeto Pedagógico deve ser coerente com as Diretrizes Curriculares Nacionais, com o PDI – Plano de Desenvolvimento Institucional da UFBA e com o Projeto Pedagógico Institucional da UFBA. Quanto à sua coerência interna, o currículo17, a metodologia de ensino18 e o processo de avaliação do ensino e da aprendizagem do curso devem ser compatíveis com a sua concepção (objetivos e perfil desejado do egresso).


Coerência Interna e Externa dos Componentes Básicos do Projeto Pedagógico
* A UFBA não dispõe de Projeto Pedagógico Institucional, tal como recentemente definido pelo MEC (BRASIL 2005, p. 33-34).


Fontes de Informação


Censo da Educação Superior

Cadastro das Instituições de Educação Superior
Relatórios do ENC – Exame Nacional de Cursos (Provão)

Relatórios da Avaliação das Condições de Oferta e da ACE – Avaliação das Condições de Ensino

Relatório CAPES

Home Page do CNE

Home Page do CFA

Home Page do MEC

Home Page do INEP

Home Page da CAPES

Home Page do CNPq

Currículo Lattes

ProLEI

Diário Oficial da União

Home Page da UFBA

Home Page da Escola de Administração

SIAC – Sistema de Informações Acadêmicas

SiDoc – Sistema de Informações sobre a Produção Docente da UFBA

SIP – Sistema de Informações de Pessoal da UFBA

UFBA em Números

Setor de Estatística da UFBA

PROGRAD – Pró-Reitoria de Gradução

PRPPG – Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação

PROEXT – Pró-Reitoria de Extensão

PROGEP – Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas

PROPLAD – Pró-Reitoria de Planejamento e Administração

SPE – Superintendência de Pessoal

SET – Superintendência Estudantil

Catálogo dos Cursos de Graduação da UFBA

Vestibular – Manual do Canditato

Biblioteca Central da UFBA

BaBiUFBA - Base Bibliográfica da UFBA

Perfil dos Departamentos da EAUFBA

NPGA – Núcleo de Pós-Graduação em Administração da EAUFBA

Núcleo de Extensão da EAUFBA

Núcleo de Informática a EAUFBA

Resoluções do CONSEPE e do CONSUNI

Resoluções das Câmaras de Ensino de Graduação e de Pós-Graduação

Sistema de Avaliação dos Docentes pelos Discentes da UFBA


Atividades e Cronograma

Atividades:

  1. Levantamento da base legal, bibliografia e experiências bem sucedidas (parcialmente realizada)

  2. Levantamento das normas da UFBA sobre cursos de graduação (já realizada)

  3. Levantamento de disciplinas existentes e necessárias (parcialmente realizada)

  4. Levantamento das necessidades de equipamentos, material bibliográfico, viagens, etc.

  5. Apresentação de proposta de financiamento para os órgãos pertinentes

  6. Realização de dois seminários com os docentes, funcionários e estudantes

  7. Realização de três seminários com os representantes da comunidade

  8. Elaboração do Projeto Pedagógico e da Organização Curricular

  9. Elaboração do projeto do curso

  10. Apresentação da proposta à Câmara de Ensino de Graduação

  11. Implantação do projeto pedagógico

Cronograma:


Atividades

Mes


1

2

3

4

5

6

7

8

9

Levantamento da base legal, bibliografia e experiências bem sucedidas de reestruturação de cursos (parcialmente realizada)

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Levantamento das normas da UFBA sobre cursos de graduação (realizada)










Levantamento de disciplinas existentes e necessárias

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Levantamento das necessidades de equipamentos, material bibliográfico, viagens, etc.

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Apresentação de proposta de financiamento para os órgãos pertinentes



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Realização de dois seminários com os docentes, funcionários e estudantes

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Realização de três seminários com os representantes da comunidade


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Elaboração do Projeto Pedagógico e da Organização Curricular



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Elaboração do projeto do curso



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Apresentação da proposta à Câmara de Ensino de Graduação





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Implantação do Projeto Pedagógico









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Levantamento Bibliográfico


Almeida, Márcio (org.). A universidade possível: experiências de gestão universitária. São Paulo: Cultura Ed. Associados, 2001.

Alves, Lourdes. Projeto pedagógico: em busca da identidade institucional. Ser Professor Universitário. http://www.serprofessoruniversitario.pro.br

Andrade, Rui Otávio Bernardes de. O ensino de administração pública: histórico e diagnóstico. Dissertação (Mestrado), Escola Brasileira de Administração Pública, Fundação Getúlio Vargas, 1995.

Andrade, Rui Otávio Bernardes de. A formação de recursos humanos em administração: indicativos de um novo paradigma na formação profissional e no processo de ensino x aprendizagem do Administrador. (Tese de Livre Docência). Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho, jul. 1996.

Andrade, Rui Otávio Bernardes de. Projeto pedagógico para cursos de administração. São Paulo: Makron Books, 2002.

Andrade, Rui Otávio Bernardes de. O coordenador gestor: o papel dos coordenadores dos cursos de graduação em administração frente às mudanças. São Paulo: Makron Books, s. d.

Andrade, Rui Otávio Bernardes de; Amboni, Nério. Diretrizes Curriculares para o curso de graduação em administração: como entendê-las e aplicá-las na elaboração e revisão do projeto pedagógico. Brasília: Conselho Federal de Administração, 2003. 82 p.

Andrade, Rui Otávio Bernardes de; Amboni, Nério. Gestão de cursos de Administração: metodologias e diretrizes curriculares. São Paulo: Prentice Hall, 2005.

Andrade, Rui Otávio Bernardes de; Lima, Manolita Correia. O que podemos aprender com os cursos 5A? Análise dos cursos de graduação em administração com classificação 5A. São Paulo: Makron Books, 2001.

ANGRAD. Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração. Perfil e habilidades do administrador: PHAD/96. São Paulo: ANGRAD, 1996. http://www.angrad.org.br

ANGRAD; CFA. Proposta de Diretrizes Curriculares para o Curso de Administração. Resultante do II Encontro Nacional sobre Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação em Administração, 2002.

http://www.angrad.com/angrad/PropostaAngradCFA.pdf

ANGRAD. Associação Nacional dos Cursos de Graduação em Administração. Bibliografia Essencial. 2a. ed. 1999. http://www.angrad.com/

Araújo, Maria Arlete Duarte; Lacerda, Lacôncia de Oliveira. Formação acadêmica do administrador: um estudo nas IES da cidade do Natal. 26o. Encontro Nacional da ANPAD. Salvador, 22 a 25 de setembro de 2002. (CD-ROM)

Baffi, Maria Adelia Teixeira. O perfil profissional do formando no projeto pedagógico. Pedagogia em Foco. 2 p. http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/gppp02.htm

Baffi, Maria Adelia Teixeira. Projeto pedagógico: um estudo introdutório. Pedagogia em Foco. 4 p. http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/gppp03.htm

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA. Conselho de Coordenação. Resolução nº 02/2000, de 27 de abril de 2000. Estabelece as diretrizes gerais relativas à implantação da “Política de Reestruturação dos Currículos dos Cursos de Graduação da UFBA”.

Locais de interesse na Internet

MEC

http://www.mec.gov.br/

INEP

http://www.inep.gov.br/

FORGRAD

http://www.proacad.ufpe.br/forgrad

ANGRAD

http://www.angrad.com.br/

PROGRAD-UFBA

http://www.prograd.ufba.br/

ABMES

http://www.abmes.org.br/

CFA

http://www.cfa.org.br/



ANEXOS

ANEXO A – Resolução CEG-UFBA nº 05/1999, de 27 de maio de 1999

ANEXO B – Resolução CONSEPE-UFBA nº 02/2000, de 27 de abril de 2000

ANEXO C – Formulário para Visita de Comissão Verificadora para Reconhecimento de Cursos


ANEXO D – Formulário para Autorização ou Reconhecimento de Cursos


Notas


1 Sobre a integração entre ensino, pesquisa e extensão, veja: FORGRAD 2002, Fund for the Development of Teaching and Learning s. d., Moura et alli 2003, Segenreich 2001.

2 A UFBA não dispõe de Projeto Pedagógico Institucional, tal como só recentemente definido pelo MEC (BRASIL 2005, p. 33-34).

3 Universidade Federal da Bahia. Plano de Desenvolvimento Institucional, 2004-2008. [Salvador]: UFBA, maio 2004. 58 p.

4 Sobre a auto-avaliação na UFBA veja Universidade Federal da Bahia 2000a, [2000]b, 2001, 2002, 2004, Oliveira 2004. Sobre o processo de auto-avaliação em geral, veja FORGRAD 2000b, Godoy 2001a, 2001b, Gomes 2003a, Leite 2002, Lopes 1999, Rizzato s.d.,Simor 2001, Srikanthan & Dalrymple 2003, Takei 2001.

5 Sobre a avaliação externa, veja Andrade 1995, 2001, Black 2003, BRASIL 1998, 1999a, 1999b, 2002, 2004, Caldeira 2000, INEP 2002a, 2002b, 2004, Mancebo 2001, Yamashita 2000.

6 Informações sobre o ENADE – Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Provão) estão disponíveis na Internet em http://www.inep.gov.br/superior/enade/default.htm

7 Os dados do Censo da Educação Superior estão disponíveis na Internet em http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/

8 Informações sobre o Cadastro das Instituições da Educação Superior estão disponíveis na Internet em http://www.educacaosuperior.inep.gov.br/

9 Sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais, veja: Andrade 2003, ANGRAD & CFA 2002, BRASIL 2003, 2004, Moraes s. d., Nicolini 2002, [?], Siqueira 2001, Xavier 2003.

10 Sobre Projeto Pedagógico, veja Alves s. d., Baffi s. d., Casa s. d., FORGRAD 1999, Mendes s. d., Pacheco 2003, Sheen s. d., Universidade de Caxias do Sul 1999, [Universidade do Estado de São Paulo] s. d., Universidade Federal da Bahia 2000a, Brasil 2006, Veiga 2000 e 2004. Para o caso específico de cursos de Administração: Andrade 2003, Universidade Metodista de Piracicaba 1998.

11 Sobre o perfil do formando, veja: ANGRAD 1996, Baffi s. d., Lopes 2000.

12 Sobre habilidades e competências, veja: ANGRAD 1996, Moraes 2000, Nunes & Oliveira 2003, Munes & Barbosa 2003, Scian & Silva 2002.

13 Sobre a formação do administrador, veja: Araújo & Lacerda 2002, Covre 1991, Fischer 1993, Milani 2003, Motta 1983, Morin 2002, Salm 1993, Xavier 2003.

14 Sobre estágios, veja: FORGRAD 2003a, Oleto 1995, Trevisan 2002.

15 Sobre a flexibilização curricular, veja: FORGRAD 2003b, Universidade Federal de Minas Gerais 1998.

16 Sobre o coordenador de curso, veja: Franco s. d.

17 Sobre o currículo, veja: Barros 2002, Bausch 1992, Birochi 2000, Bligh 1999, Coltro 2002, Conway & Little 2000, Cushman 1994, FORGRAD 2000a Jackson & Shaw 2002a, 2002b, Monteiro 2000, Monteiro Júnior 1995, Siqueira & Spers 2001, Siqueira 1987, Stinson & Milter 2003.


18 Sobre metodologia de ensino veja, por exemplo: Gimenes & Bernard [?], Godoy et alli 2001, Lutz s. d., Mello & Oliveira 2002, Pinheiro & Burini 2002, Rodrigues & Riscarolli 2001, Serva e Jaime Jr. 2001, Solino 2001, Stinson & Milter s. d., Valente s. d., Wood 2003